01
Planejamento sucessório
Mapeamento de patrimônio, pessoas, dívidas, gestão e objetivos antes da escolha de instrumentos.
Área complementar
Organização sucessória não é uma fórmula: é um processo jurídico ajustado à composição patrimonial e às relações de cada família.
Ênfase patrimonial
Imóveis, empresas, participações e atividade rural podem exigir instrumentos diferentes e coordenação entre áreas. Antes de escolher uma estrutura, é necessário compreender objetivos, limites legais, custos e governança.
Holding, doação ou testamento não são respostas universais. Cada alternativa precisa ser comparada a partir do caso concreto, sem promessa de economia tributária.
Frentes de atuação
01
Mapeamento de patrimônio, pessoas, dívidas, gestão e objetivos antes da escolha de instrumentos.
02
Organização do acervo, representação do espólio, questões controvertidas e partilha judicial.
03
Avaliação dos requisitos atuais, consenso, documentos e escritura conforme normas do CNJ.
04
Disposição patrimonial dentro dos limites legais e coordenação com outros atos.
05
Efeitos de transferência, administração, renda, restrições e tributação concreta.
06
Análise de finalidade, adequação, custos e governança; não é solução automática.
07
Efeitos do casamento, pacto antenupcial, união estável e divórcio sobre o patrimônio.
08
Princípios e processos entre família, propriedade, trabalho e empresa.
09
Coordenação entre herança, contrato social, acordos e continuidade administrativa.
10
Regras para gestão, uso, renda e contratos durante transições entre gerações.
Construção do plano
Bens, empresas, documentos e relações relevantes.
Continuidade, gestão, uso e transmissão pretendidos.
Comparação jurídica de instrumentos, efeitos e custos.
Formalização coordenada e revisão ao longo do tempo.
Caderno Jurídico do Agro
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